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Terça-feira, 04 de setembro de 2018


Pátio principal. Escola Estadual Onélia Campelo.

O primeiro dia nunca é fácil, afinal, não dizem que a primeira impressão é a que fica?
Pois bem, minha primeira impressão foi a de que essa escola é grande, e é mesmo. Nós chegamos bem cedo, afinal, não queríamos nos atrasar logo no primeiro dia, não seria nada legal. No primeiro momento, logo no comecinho, nós fomos apresentados à primeira turma e vice-versa (mesmo que, infelizmente, eu não me lembre do nome nem de metade deles). Após isso, o representante do Grêmio, que pertence à dita turma, mostrou-nos a escola e conversou conosco sobre ela. Com isso, pude perceber que mesmo com os esteriótipos postos em escolas públicas, a educação naquela instituição passa longe de ser precária e deve ser alvo de exemplo. 

Apesar do quesito educação ser totalmente superado, ainda há o problema com os alunos, já que o coordenador falou de seu comportamento violento para com as estruturas da instituição. De acordo com o próprio coordenador - e com o representante do Grêmio, que já havia nos falado sobre isso - os alunos não têm respeito com a escola, quebrando instrumentos que poderiam ser utilizados para seu maior conforto e aprendizagem. Além disso, fomos informados de que, por problemas da gestão anterior, a escola está impossibilitada de usar a verba e, por isso, não podem seguir em frente com alguns dos projetos, como a rádio, que foi bloqueada e que gostariam de reativar.

Após a conversa com o coordenador, fomos apresentados à segunda turma, onde fizemos o mesmo esquema da turma anterior. Posso dizer que achei as duas turmas muito receptivas e calorosas, dava para ver que eles estavam gostando de participar desse projeto com a gente. De formas distintas, as turmas são boas e receptivas - mesmo que, em uma delas, os meninos sejam um pouco mais folgosos.

Estou realmente ansiosa para trabalhar na escola e desenvolver minha experiência no campo da docência. Será ótimo, com certeza.

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